A seguir ponho o blog em rosa cueca! Mentalizai-vos já...
quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
Caríssimos:
Estamos oficialmente em banho-maria!
Voltamos quando soubermos fazer bolo-de-chocolate!
(ou se entretanto for preciso adicionar orégãos!)
ai não leva orégãos? pronto, então...
Estamos oficialmente em banho-maria!
Voltamos quando soubermos fazer bolo-de-chocolate!
(ou se entretanto for preciso adicionar orégãos!)
ai não leva orégãos? pronto, então...
Etiquetas:
Eu acredito
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
Exortação à desesperança.... ou simplesmente, um dia mau!
staring the fucking devil right in the eyes... and knowing, no matter what the hell you do, he'll get the last laugh...
and it's real...
and true...
.
... and it breaks my heart...
Thom Yorque
e mudamos de casa, mudamos de nome, mudamos de blog, mudamos de gentes...
mudamos até de pele...
só para que o diabo nos confunda e nos deixe sós.
Mas o diabo não se compadece.
E ri-se! Muito.
Insiste em viver de nós!
.
mudamos até de pele...
só para que o diabo nos confunda e nos deixe sós.
Mas o diabo não se compadece.
E ri-se! Muito.
Insiste em viver de nós!
.
Etiquetas:
Não me apetece etiquetar... e pronto
sábado, 7 de Novembro de 2009
A dapois au vau babar, babar, babar laitinho e vau pa camanha.
Etiquetas:
That's only it takes to get a nobel
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Tinham os lábios leves sem crueldade nem amargura, sem trejeito mesquinho, sem reserva
.
.
Ela aproximou-se dele com uma lentidão embriagada, dominada já por tudo o que o seu gesto iria desencadear, um gesto que iria alterar a ordem dos tempos e dos seres, derrubar os séculos dos séculos, derrubar os castanheiros centenários, as estátuas de pedra, as cadeiras pesadas as ideias recebidas e as lições aprendidas, ela aproximou-se aproximou a cara da dele nesses segundos eternos esses segundos parados diante da maravilha, essa maravilha só possível para dois, duas bocas dois desejos duas línguas duas vidas dois rostos em frente um do outro um contra o outro um sobre o outro a pele sentindo pela primeira vez o sabor da outra pele a pele desconhecida contra outra pele nova, uma primeira vez única o primeiro beijo o único a sublime revelação do sabor troca única comunhão sabor do sangue e da saliva forma dos dentes força da língua ternura da ponta da língua espessura surpreendentemente violenta da língua sabor do charuto e do vinho, sabor novo dos dentes lisos lábios nervosos lábios entreabertos mal fechados cheios sem medida com a boca toda a querer-se procurar-se responder-se com os dentes com as línguas o que eles dizem noutras línguas nada disto acabará nunca para que o primeiro beijo seja sempre o primeiro o sabor do primeiro beijo de fazer chorar sob os castanheiros de fazer não ter mais frio nem mais vergonha o primeiro beijo indiferente à forma do corpo à idade da alma a travessia do deserto o primeiro beijo que sempre mata a sede sempre uma nova primeira vez enfim enfim ela beijou-o e os olhos azuis tornaram-se imprecisos próximos de mais naufragando as pestanas tremendo os olhos fechados e os olhos dela dentro do mistério dos dele olhos entreabertos um azul fugidio reconquistado entregue fechados um azul fugidio e depois as pálpebras ainda tímidas vibrantes a pele frágil das pálpebras e a hesitação o convite, enfim enfim o primeiro beijo o primeiro que se ousou dar sempre com espanto ter por fim o seu rosto nas mãos tê-lo enfim nas mãos segurá-lo nas mãos acolhê-lo segurar no rosto com cabelos de menina o rosto mal barbeado o rosto que pica o rosto do homem que magoa as mãos segurá-lo por fim saboreando-se respirando-se respirando na boca do outro segurar o rosto com as mãos a língua dentro da boca os dentes os lábios a respiração do primeiro beijo a incrível indecência a maravilhosa indiscrição a súbita exploração subitamente este rosto nas mãos na boca o nariz junto ao nariz, confiar, a mão lentamente lentamente a deslizar pela cara lisa, acariciar a barba a nascer, ousar deixar a mão fugir para a nuca, agarrar o rosto por trás os dedos a passar pelos cabelos finos da nuca compridos como os de uma rapariga, brincar agarrá-los com a mão seguir a forma do crânio, infinitamente.
Viver
Viver
.
Véronique Olmi
Etiquetas:
O amor é sei lá uma coisa muito linda vá
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)



